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1 – O que são Grandezas e Unidades

Resp.: Propriedade dum fenômeno dum corpo ou duma substância, que pode ser expressa quantitativamente sob a forma dum número e duma referência.

Resp.: Grandeza escalar real, definida e adotada por convenção, com a qual qualquer outra grandeza da mesma natureza pode ser comparada para expressar, na forma dum número, a razão entre as duas grandezas. NOTA 1 As unidades de medida são designadas por nomes e símbolos atribuídos por convenção.

 

2 – Qual a definição de Medição

Resp: Processo de obtenção experimental dum ou mais valores que podem ser, razoavelmente, atribuídos a uma grandeza.

NOTA 1 A medição não se aplica a propriedades qualitativas.

NOTA 2 A medição implica a comparação de grandezas ou a contagem de entidades. NOTA 3 A medição pressupõe uma descrição da grandeza que seja compatível com o uso pretendido dum resultado de medição, segundo um procedimento de medição e com um sistema de medição calibrado que opera de acordo com o procedimento de medição especificado, incluindo as condições de medição.

 

3 – O que é Procedimento de Medição

Resp.:  Descrição detalhada duma medição de acordo com um ou mais princípios de medição e com um dado método de medição, baseada num modelo de medição e incluindo todo cálculo destinado à obtenção dum resultado de medição.

NOTA 1 Um procedimento de medição é geralmente documentado em detalhes suficientes para permitir que um operador realize uma medição.

NOTA 2 Um procedimento de medição pode incluir uma declaração referente à incertezaalvo.

NOTA 3 Um procedimento de medição é algumas vezes chamado em inglês standard operating procedure, abreviado como SOP. A 2ª edição do VIM em francês usava a expressão 1 a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM 200:2012) 18 JCGM © 2012 – Reservados todos os direitos “mode opératoire de mesure”. O termo usado no Brasil é “procedimento operacional padrão”, abreviado como POP. Em Portugal, utiliza-se o termo “Procedimento Técnico”.

 

4 – O que é Resultado de Medição

Resp.: Conjunto de valores atribuídos a um mensurando, juntamente com toda outra informação pertinente disponível.

NOTA 1 Um resultado de medição geralmente contém “informação pertinente” sobre o conjunto de valores, alguns dos quais podem ser mais representativos do mensurando do que outros. Isto pode ser expresso na forma duma função densidade de probabilidade (FDP).

NOTA 2 Um resultado de medição é geralmente expresso por um único valor medido e uma incerteza de medição. Caso a incerteza de medição seja considerada desprezável para alguma finalidade, o resultado de medição pode ser expresso como um único valor medido. Em muitos domínios, esta é a maneira mais comum de expressar um resultado de medição.

NOTA 3 Na literatura tradicional e na edição anterior do VIM, o resultado de medição era definido como um valor atribuído a um mensurando obtido por medição, que podia se referir a uma indicação, ou um resultado não corrigido, ou um resultado corrigido, de acordo com o contexto.

 

5 – Qual a definição do Valor Verdadeiro duma Grandeza

Resp.:  Valor duma grandeza compatível com a definição da grandeza.

 

6 – Qual o Valor Convencional Duma Grandeza

Resp.: Valor atribuído a uma grandeza por um acordo, para um dado propósito.

EXEMPLO 1 Valor convencional da aceleração da gravidade, gn = 9,806 65 m.s-2 .

EXEMPLO 2 Valor convencional da constante de Josephson, KJ-90 = 483 597,9 GHz.V-1 .

EXEMPLO 3 Valor convencional dum dado padrão de massa, m = 100,003 47 g. NOTA 1 O termo “valor verdadeiro convencional” é algumas vezes utilizado para este conceito, porém seu uso é desaconselhado.

NOTA 2 Um valor convencional duma grandeza é algumas vezes uma estimativa dum valor verdadeiro.

NOTA 3 Geralmente considera-se que um valor convencional duma grandeza está associado a uma incerteza de medição convenientemente pequena, que pode ser nula.

 

7 – Qual a definição de Exatidão de Medição

Resp.:  Grau de concordância entre um valor medido e um valor verdadeiro dum mensurando.

NOTA 1 A “exatidão de medição” não é uma grandeza e não lhe é atribuído um valor numérico. Uma medição é dita mais exata quando fornece um erro de medição menor. NOTA 2 O termo “exatidão de medição” não deve ser utilizado no lugar de veracidade de medição, assim como o termo “precisão de medição” não deve ser utilizado para expressar exatidão de medição, o qual, contudo, está relacionado a ambos os conceitos. NOTA 3 A “exatidão de medição” é algumas vezes entendida como o grau de concordância entre valores medidos que são atribuídos ao mensurando.

 

8 – O que é Erro de Medição

Resp.:  Diferença entre o valor medido duma grandeza e um valor de referência.

NOTA 1 O conceito de “erro de medição” pode ser utilizado: a) quando existe um único valor de referência, o que ocorre se uma calibração for realizada por meio dum padrão de medição com um valor medido cuja incerteza de medição é desprezável, ou se um valor convencional for fornecido; nestes casos, o erro de medição é conhecido; b) caso se suponha que um mensurando é representado por um único valor verdadeiro ou um conjunto de valores verdadeiros de amplitude desprezável; neste caso, o erro de medição é desconhecido.

NOTA 2 Não se deve confundir erro de medição com erro de produção ou erro humano.

 

9 – O que é Erro Sistemático

Resp.:  Componente do erro de medição que, em medições repetidas, permanece constante ou varia de maneira previsível.

NOTA 1 Um valor de referência para um erro sistemático é um valor verdadeiro, ou um valor medido dum padrão com incerteza de medição desprezável, ou um valor convencional.

NOTA 2 O erro sistemático e suas causas podem ser conhecidos ou desconhecidos. Podese aplicar uma correção para compensar um erro sistemático conhecido.

NOTA 3 O erro sistemático é igual à diferença entre o erro de medição e o erro aleatório.

 

10 – O que é Incerteza de Medição

Resp.:  Parâmetro não negativo que caracteriza a dispersão dos valores atribuídos a um mensurando, com base nas informações utilizadas.

NOTA 1 A incerteza de medição inclui componentes provenientes de efeitos sistemáticos, tais como componentes associadas a correções e a valores atribuídos a padrões, assim como a incerteza definicional. Algumas vezes, não são corrigidos efeitos sistemáticos estimados  mas, em vez disso, são incorporadas componentes de incerteza de medição associadas.

NOTA 2 O parâmetro pode ser, por exemplo, um desvio-padrão denominado incertezapadrão (ou um de seus múltiplos) ou a metade da amplitude dum intervalo tendo uma probabilidade de abrangência determinada.

NOTA 3 A incerteza de medição geralmente engloba muitas componentes. Algumas delas podem ser estimadas por uma avaliação do Tipo A da incerteza de medição, a partir da distribuição estatística dos valores provenientes de séries de medições e podem ser caracterizadas por desvios-padrão. As outras componentes, as quais podem ser estimadas por uma avaliação do Tipo B da incerteza de medição, podem também ser caracterizadas por desvios-padrão estimados a partir de funções de densidade de probabilidade baseadas na experiência ou em outras informações.

NOTA 4 Geralmente para um dado conjunto de informações, subentende-se que a incerteza de medição está associada a um determinado valor atribuído ao mensurando. Uma modificação deste valor resulta numa modificação da incerteza associada.

 

11 – O que é Fator de Abrangência

Resp.:  Número maior do que um pelo qual uma incerteza-padrão combinada é multiplicada para se obter uma incerteza de medição expandida.

NOTA Um fator de abrangência é geralmente simbolizado por k (ver também o Guia ISO/IEC 98-3:2008, 2.3.6). 2.39 (6.11) calibração calibration étalonnage calibración Operação que estabelece, sob condições especificadas, numa primeira etapa, uma relação entre os valores e as incertezas de medição fornecidos por padrões e as indicações correspondentes com as incertezas associadas; numa segunda etapa, utiliza esta informação para estabelecer uma relação visando a obtenção dum resultado de medição a partir duma indicação.

NOTA 1 Uma calibração pode ser expressa por meio duma declaração, uma função de calibração, um diagrama de calibração, uma curva de calibração ou uma tabela de calibração. Em alguns casos, pode consistir duma correção aditiva ou multiplicativa da indicação com uma incerteza de medição associada.

NOTA 2 Convém não confundir a calibração com o ajuste dum sistema de medição, frequentemente denominado de maneira imprópria de “auto-calibração”, nem com a verificação da calibração.

NOTA 3 Frequentemente, apenas a primeira etapa na definição acima é entendida como sendo calibração. 21 Nota dos tradutores: uso em Portugal “probabilidade de expansão”, no Brasil “probabilidade de abrangência”. 22 Nota dos tradutores: uso em Portugal “fator de expansão”, no Brasil “fator de abrangência”.

 

12 – Qual a definição de Rastreabilidade Metrológica

Resp.: Propriedade dum resultado de medição pela qual tal resultado pode ser relacionado a uma referência através duma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações, cada uma contribuindo para a incerteza de medição.

NOTA 1 Para esta definição, a “referência” pode ser uma definição duma unidade de medida por meio de sua realização prática, ou um procedimento de medição que inclui a unidade de medida para uma grandeza não-ordinal, ou um padrão.

NOTA 2 A rastreabilidade metrológica requer uma hierarquia de calibração estabelecida.

NOTA 3 A especificação da referência deve incluir a data em que ela foi utilizada no estabelecimento da hierarquia de calibração, juntamente com qualquer outra informação metrológica relevante sobre a referência, tal como a data em que foi realizada a primeira calibração da hierarquia de calibração.

NOTA 4 Para medições com mais duma grandeza de entrada num modelo de medição, cada valor de entrada deveria ter sua própria rastreabilidade e a hierarquia de calibração envolvida pode formar uma estrutura ramificada ou uma rede. O esforço envolvido no estabelecimento da rastreabilidade metrológica para cada valor da grandeza de entrada deve ser correspondente à sua contribuição relativa para o resultado de medição.

NOTA 5 A rastreabilidade metrológica dum resultado de medição não assegura a adequação da incerteza de medição para um dado objetivo ou a ausência de erros humanos.

NOTA 6 Uma comparação entre dois padrões pode ser considerada como uma calibração se ela for utilizada para verificar e, se necessário, corrigir o valor e a incerteza de medição atribuídos a um dos padrões.

NOTA 7 O ILAC considera que os elementos necessários para confirmar a rastreabilidade metrológica são uma cadeia de rastreabilidade ininterrupta a um padrão internacional ou a 1 a edição luso-brasileira do VIM 2012 (JCGM 200:2012) 29 JCGM © 2012 – Reservados todos os direitos um padrão nacional, uma incerteza de medição documentada, um procedimento de medição documentado, uma competência técnica reconhecida, a rastreabilidade metrológica ao SI e intervalos entre calibrações (ver ILAC P-10:2002).

NOTA 8 O termo abreviado “rastreabilidade” é, às vezes, utilizado com o significado de “rastreabilidade metrológica”, assim como de outros conceitos, tais como “rastreabilidade duma amostra, rastreabilidade dum documento, rastreabilidade dum instrumento ou rastreabilidade dum material”, em que o histórico (o “rasto”) dum item está em causa. Portanto, é preferível utilizar o termo completo “rastreabilidade metrológica” para evitar risco de confusão.

 

13 – Qual a definição de Instrumento de Medição

Resp.: Dispositivo utilizado para realizar medições, individualmente ou associado a um ou mais dispositivos suplementares.

NOTA 1 Um instrumento de medição que pode ser utilizado individualmente é um sistema de medição.

NOTA 2 Um instrumento de medição pode ser um instrumento de medição indicador ou uma medida materializada.

 

14 – Como solicitar uma calibração de instrumento.

Resp.: A solicitação de calibração pode ser feita por meio eletrônico no endereço citado na site da empresa ou por meio de contato telefônico (012) 3941-7732.

É recomendado que após o contato telefônico o cliente formalize o pedido por meio de mensagem eletrônica no endereço: mtr9000@metrologia9000.com.br.

 

15 – Quais os dados dos instrumentos que deverão ser informados para elaboração de um orçamento.

Resp.: Pede-se que informe o nome do instrumento, marca, modelo e faixa de medição.

 

16 – Como enviar um instrumento para calibração.

Resp. O cliente escolhe o meio de transporte que o instrumento deverá ser encaminhado à Metrologia.

Em caso de envio por qualquer meio de transporte é recomendado que o mesmo seja devidamente embalado e acompanhado da nota fiscal de simples remessa, para posterior devolução. A embalagem deverá ser reforçada para evitar possíveis danos durante o transporte.

 

17 – Qual o endereço de entrega e dados cadastrais.

Resp.: O endereço para envio dos seus equipamentos / instrumentos de medção é o mesmo que consta da nossa Home-Page.

Metrologia 9000 Ltda
Rua Turquesa, 80
CEP: 12.216-350
Jardim São José

São José dos Campos
CNPJ: 00.225.554/0001-97

Outras informações entre em contato conosco.

 

18 – A Metrologia 9000 também faz a devolução dos instrumentos de medição utilizando-se transportadora.

Resp: Sim. A Metrologia conforme acordado com o cliente faz a devolução dos instrumentos utilizando transportadora ou os serviços de transporte oferecidos pelos correios.

 

19 – O envio por correio qual a modalidade que a Metrologia utiliza.

Resp.: A Metrologia normalmente utiliza o tipo sedex a cobrar.

Outras modalidades para o envio poderão ser feitas desde que acordado.

 

20 – Quais os tipos de frete quando enviado pelo correios:

Resp. Normalmente a Metrologia 9000 despacha as encomendas utilizando-se os correios na modalidade ´SEDEX A COBRAR”.

Outras modalidades poderão ser utilizadas como:

Sedex normal;
PAC;
Retorno;
Sedex a cobrar;
PAC a cobrar.

 

21 – O que compõe o preço de uma calibração.

Resp. Para um preço justo de uma calibração deve-se levar em conta todos os custos referente a atividade tais como: custo da manutenção da acreditação do laboratório perante ao INMETRO, custo da manutenção do laboratório; despesas com a calibração dos padrões, encargos fiscais e trabalhistas, despesas com o pessoal, benefícios como plano de saúde, vale transporte e alimentação, impostos,, despesas com treinamento de pessoal, despesas diretas como energia elétrica, água, contabilidade, manutenção dos padrões, etc.

 

22 – O que é um laboratório acreditado.

Resp. Laboratório reconhecido por um organismo de acreditação.

 

23 – O que é serviço de calibração reastreado.

Resp. Um serviço de calibração rastreado é aquele em que a calibração do instrumento foi realizada com padrões calibrados por laboratórios acreditados.

 

24 – Qual o prazo para execução da calibração.

Resp.: O prazo para calibração das calibrações normalmente é de 5 dias úteis após a aprovação do orçamento.

 

25 – Qual o prazo de devolução das máquinas de calibração de cronotacografos calibradas pela metrologia.

Resp.: De acordo com o contrato com a ANPECI o prazo para calibração das maquinas é normalmente  de 24 horas a partir do recebimento do instrumento.

Exemplo: Se a máquina for recebida após às 12 horas a máquina será calibrada no dia seguinte e a devolução ocorre no outro dia.

 

26 – A calibração poderá ser agendada.

Resp.:  Sim. A calibração poderá ser agenda, mediante comunicação com o nosso pessoal de venda.

27 – Qual o período de calibração de um instrumento de medição e quem define.

Resp.: Normalmente que define o período de calibração do instrumentos de medição é o cliente que poderá utilizar um dos seguintes métodos:

  1. a) definida por regulamentação metrológica;
  2. b) pelo fabricante;
  3. c) pelo uso de métodos estatísticos; e/ou
  4. d) pelo usuário.

 

28 – Quem define a tolerância do processo.

Resp.: Normalmente quem decide a tolerância do processo é o setor de Eng. do produto ou qualquer outro departamento responsável pelo produto.

 

29 – Como definir o critério de aceitação  de um instrumento de medição.

Resp.: Para definir o critério de aceitação de um instrumento de medição leva-se em conta o erro do instrumento e a incerteza da medição que somados deve ser menor do que a tolerância do processo onde o instrumento será utilizado.

 

30 – Pode-se definir como critério de aceitação a especificação dos instrumentos de medição.

Resp.: Sim. Mas deve-se tomar o cuidado em obedecer o critério definido acima.